Quando eu vejo o Ratinho do Castelo Ra-Tim-Bum:
( ) Noooossa, que coisa de criança!
( ) Vou mudar de canal!
(x) Tchau preguiça, tchau sujeira, adeeeus cheirinho de suooooor! WOW! Lava lava lava, lava lava lava….(8)
Fulana: Oooiiii *-*
Eu: oi.
Fulana: Ameei sua photo. <3
Eu: vlw
Fulana: Ei gata, faz um favor? Pergunta no meu forms, comenta nessa photo? AAH… me segue no tumblr, e no twitter? <33333
Eu: Aham, já volto.
Se você não começar a conversa, nós não conversaremos. Se você não se esforça, por que eu deveria?
( ) que eu jamais vou deixar de te amar, te querer
(x) Cooorreee cooorreee cooorreee 2012 AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Ela sobre ele: Acho ele tão mal educado, egocêntrico, antipático e canalha. Faz piadas idiotas em momentos inapropriados. Odeio quando ele puxa meu cabelo, me trata mal, ignora o que eu falo porque está jogando video game. Ele só sabe reclamar das minhas atitudes, detesto a arrogância que usa quando fala comigo. Não gosto daquele cabelo bagunçado e nem da forma que ele se veste. E é por isso que eu não quero nada com ele.
Ele sobre ela: Ela é chata, egoísta e mimada. Demora mais pra combinar uma maldita saia com um sapato do que Deus demorou pra criar o mundo. Nunca abre a boca pra me elogiar, só sabe destacar os meus defeitos e esfrega meus erros na minha cara toda vez que tem a oportunidade. Odeio o tom de ironia que ela usa comigo, ou quando censura o meu estilo. E é por isso que eu não quero nada com ela.
Os outros sobre os dois: Se você olhar nos olhos dela, vai ver que ela é louca por ele. Se você olhar nos olhos dele, vai ver que ele faria qualquer coisa por ela. Eles tem química, física e todas as outras matérias quando estão juntos, até matemática eles são… Os sorrisos se multiplicam, a tristeza diminui, a felicidade é dividida entre os dois e o amor aumenta. Ele puxa o cabelo dela, ela sorri para ele. Ela fala que a bolsa está pesada, Ele a carrega. Ela reclama que ele faz tudo errado, ele ri e diz que é porque ela gosta. Dividem amigos, conversam o tempo todo, são ciumentos ao extremo. Nasceram para ficar juntos, foram moldados exclusivamente um para o outro. E é por isso que ninguém entende porque os dois ainda não tem nada.
Diário de um cão.
1ª semana: Hoje completei uma semana de vida. Que alegria ter chegado a este mundo!
1 mês: Minha mamãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar!
2 meses: Hoje me separaram de minha mamãe. Ela estava muito inquieta e, com seu olhar, disse-me adeus. Espero que a minha nova família humana cuide tão bem de mim como ela o fez.
4 meses: Cresci rápido, tudo me chama a atenção. Há várias crianças na casa e para mim são como irmãozinhos. Somos muito brincalhões, eles me puxam o rabo e eu os mordo de brincadeira.
5 meses: Hoje me deram uma bronca. Minha dona se incomodou porque fiz pipi dentro de casa. Mas nunca me haviam ensinado onde deveria fazê-lo. Além do que, durmo no hall de entrada. Não deu para agüentar. (…)
8 meses: Sou um cão feliz! Tenho o calor de um lar, sinto-me tão seguro, tão protegido. Acho que a minha família humana me ama e me consente muitas coisas. O pátio é todinho para mim e, às vezes, me excedo, cavando na terra como meus antepassados, os lobos quando escondiam a comida. Nunca me educam. Deve ser correto tudo o que faço!
12 meses: Hoje completo um ano. Sou um cão adulto. Meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulho devem ter de mim!
13 meses: Hoje me acorrentaram e fico quase sem poder movimentar-me até onde tem um raio de sol ou quando quero alguma sombra. Dizem que vão me observar e que sou um ingrato. Não compreendo nada do que está acontecendo.
15 meses: Já nada é igual. Moro na varanda. Sinto-me muito só. Minha família já não me quer! Às vezes esquecem que tenho fome e sede. Quando chove, não tenho teto que me abrigue.
16 meses: Hoje me desceram da varanda. Estou certo de que minha família me perdoou. Eu fiquei tão contente que pulava com gosto. Meu rabo parecia um ventilador. Além disso, vão levar-me a passear em sua companhia! Nos direcionamos para a rodovia e, de repente, pararam o automóvel. Abriram a porta e eu desci feliz, pensando que passaríamos nosso dia no campo. Não compreendo porque fecharam a porta e se foram. - Ouçam, Esperem! lati, se esqueceram de mim. Corri atrás do carro com todas as minhas forcas. Minha angústia crescia ao perceber que quase perdia o fôlego e eles não paravam. Haviam me esquecido.
17 meses: Procurei em vão achar o caminho de volta ao lar. Estou e sinto-me perdido! No meu caminho existem pessoas de bom coração que me olham com tristeza e me dão algum alimento. Eu lhes agradeço com o meu olhar, desde o fundo de minha alma. Eu gostaria que me adotassem: seria leal como ninguém! Mas somente dizem: pobre cãozinho, deve ter se perdido. (…)
18 meses: Um dia destes, passei perto de uma escola e vi muitas crianças e jovens como meus irmãozinhos. Aproximei-me e um grupo deles, rindo, me jogou uma chuva de pedras para ver quem tinha melhor pontaria. Uma dessas pedras feriu-me o olho e desde então, não enxergo com ele.
19 meses: Parece mentira quando estava mais bonito, tinham compaixão de mim. Já estou muito fraco, meu aspecto mudou. Perdi o meu olho e as pessoas me mostram a vassoura quando pretendo deitar-me numa pequena sombra.
20 meses: Quase não posso mover-me! Hoje, ao tentar atravessar a rua por onde passam os carros, um me jogou! Eu estava no lugar seguro chamado calçada, mas nunca esquecerei o olhar de satisfação do condutor, que até se vangloriou por acertar-me. Quisera que tivesse matado! Mas só me deslocou as cadeiras! A dor é terrível! Minhas patas traseiras não me obedecem e com dificuldade arrastei-me até a relva, na beira do caminho.
Faz dez dias que estou embaixo do sol, da chuva, do frio, sem comer. Já não posso mexer-me! A dor é insuportável! Sinto-me muito mal. Fiquei num lugar úmido e parece que até o meu pelo esta caindo. Algumas pessoas passam e nem me vêem; outras dizem: não chegue perto. Já estou quase inconsciente; mas alguma força estranha me faz abrir os olhos. A doçura de sua voz me fez reagir. Pobre cãozinho, olha como te deixaram, dizia. Junto com ela estava um senhor de avental branco. Começou a tocar-me e disse: Sinto muito senhora, mas este cão já não tem remédio. É melhor que pare de sofrer.
A gentil dama, com as lágrimas rolando pelo rosto, concordou. Como pude, mexi o rabo e olhei-a, agradecendo-lhe que me ajudasse a descansar. Somente senti a picada da injeção e dormi para sempre, pensando em porque tive que nascer se ninguém me queria.